De/Para do Simples: quatro caminhos para comparar

A partir de 2027, empresas optantes pelo Simples Nacional passam a ter uma escolha relacionada à forma de recolhimento do IBS e da CBS, e o De/Para do Simples ajuda a comparar os cenários. Isso muda a natureza da análise: deixa de ser uma comparação simples entre “permanecer no Simples” ou “migrar de regime” e passa a envolver diferentes cenários possíveis, cada um com implicações próprias.
Como funciona o De/Para do Simples
O De/Para do Simples compara quanto a empresa paga hoje no DAS com quanto pagaria em quatro caminhos possíveis após a Reforma: Simples Tradicional, Simples Híbrido, Lucro Presumido e Lucro Real. O cálculo usa a receita e o rateio dos anexos da própria empresa, o que aproxima a comparação da realidade de cada cliente em vez de trabalhar com médias genéricas.
O que a análise mostra
A análise não se limita à carga tributária: mostra também a carga efetiva, o desembolso e os créditos envolvidos em cada cenário, com o detalhamento dos tributos e a comparação entre efeito econômico e carga efetiva. Para empresas que vendem para outras empresas, o recurso também considera o crédito que pode ser transferido ao cliente PJ, um fator que costuma pesar na decisão e que nem sempre entra em comparações mais simples.
Uma análise para apoiar a decisão
Como a própria documentação da ferramenta deixa claro, o De/Para do Simples é um recurso de análise: ele organiza os números para os quatro caminhos, mas a decisão sobre qual regime seguir continua sendo do profissional, junto ao cliente.
Para acompanhar os prazos dessa escolha, veja também o prazo do Simples Nacional para escolher o modelo de recolhimento de IBS/CBS.
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